Não tenho por este gasto nem
afago nem tom de tato enferrujado.
Apenas sucumbo à poeira
jogada nos olhos embotados.
Deixo a cortina se juntar,
deixo o torvelinho rodopiar,
excito a terra vermelha
a quebrar na boca seca, secar.
Pelo dia claro se espera
nenhuma despedida deverá
ser feita a noite enquanto
tua alma se desespera
Pelo não vá. Entorno
do sol tudo é mais
calmo, mas embaixo
da lua, tua sombra se
esconde de ti.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
tão bem da hora os poemas...
Postar um comentário