depauperação não me fascinam mais.
No céu não há nuvens que cegam
o olhar perdido de meus idílios.
Há o manto do dia que se descobre
para o descobrirmos a cada manhã.
Dias nimbosos flutuam com o sereno
pelo raiar da luz desfraldada.
Mais uma criança a parturejar junto
ao momento do corpo esfriar.
Realçando o roseiral triste com
pétalas cobertas de orvalho.
Bandeiras redondas voam ao sabor do vento
e suas sombras desformam rostos.
Vejo a grima em seus olhos a
brilhar como duas estrelas na estiolada noite quente.
A serenidade de seus sorrisos, agora orbitam meus sonhos.