sábado, 25 de junho de 2011

Praça Tubal Vilela

na rua esmagada de pedestres e pneus
esconde nas entranhas da cidade
uma história invisível à humanidade
mas não escondida ao olhos meus

chão quente que já foi terra no passado
pessoas atormendas com prazos a cumprir
a essência se evapora desse ser calado
contabilizo mais uma alma a se esvair

mais a frente vejo na praça uma fonte
jorrando água, exibindo formas
sem se preocupar com quem olha

no canteiro uma árvore se desfolha
em baixo dela muitos seguem normas
na esquina, me perco no horizonte.

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